|
É uma estrutura cujo Estatuto lhe permite gerir, de uma forma integrada, as atividades de investigação e tecnologia, com as necessidades operacionais, técnicas e de ensino superior da Força Aérea, permitindo, simultaneamente, ligações a outros atores, nomeadamente aos outros dois Ramos, à Direção-Geral de Armamento e InfraEstruturas de Defesa, com entidades do sistema científico nacional e com agências de investigação e tecnologia internacionais como são já os casos das ligações aos organismos de investigação e tecnologia da Agência Europeia de Defesa e da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Pretende-se, através do envolvimento do CIAFA, minimizar o investimento em investigação, desenvolvimento e experimentação de capacidades prioritárias de defesa ao mesmo tempo que se promove e maximiza, nessa área, o resultado do envolvimento da base tecnológica e industrial nacional.
De acordo com a Estratégia Nacional para a Investigação e Desenvolvimento de Defesa, a orientação, o desenvolvimento, a coordenação e o apoio financeiro das atividades de Investigação e Desenvolvimento no âmbito da Defesa, constituem um desafio permanente, o qual deverá ser por um lado, consistente com as várias políticas e instrumentos governamentais de I&D, e por outro, alinhado com as iniciativas de organizações internacionais, nomeadamente a Agência de Defesa Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte.
|