Noratlas

Características
  • Tripulação: 5 pessoas
  • Capacidade: 45 soldados, 36 paraquedistas, 18 pacientes com equipa médica, ou carga
  • Comprimento: 21.96 m
  • Envergadura: 32.5 m
  • Altura: 6.0 m

 

 

Motores: 2 × SNECMA fabricados Bristol Hercules 738/739 motor radial, 2,090 cavalos cada um

Performance

  • Velocidade máxima: 440 km/h completamente carregado
  • Velocidade de cruzeiro: 320 km/h a 1,500 metros
  • Tecto Máximo: 23,300 ft (7,100 m)

 

 

Pouco após a constituição da Esquadra 32, e ainda durante o ano de 1971, recebe os primeiros Nord Aviation "Noratlas", um deles da versão N-2502A nº 6406 e três N-2501D nº 6422, 6426 e 6427. Os Junkers continuariam, apesar da sua idade avançada, a voar até ao ano de 1972. Com a substituição do vetusto Ju-52 por aviões modernos, são também actualizadas a doutrina e os procedimentos  operacionais. A missão da Esquadra passa a incluir, para além do lançamento de paraquedistas, transporte geral, com voos na Madeira, nos Acores, na Europa, em Cabo Verde e na Guine, assim como a formação de tripulantes em Noratlas e a formação de navegadores.  

Seguiu-se, a tão desejada reactivação da Escola de Plurimotores da Forca Aérea, substituindo a existente na BA4, equipada com aviões C-47, que foi fundada na BA2, para ali ser transferida em 1964.  

Foi criado um novo distintivo, com um "Noratlas" visto de frente, voando sobre uma carta de navegação limitada pelas pernas de um compasso, cujo lema "Passaram Indo Alent da Taprobana", e significativo das via-gens que realizou. Em fundo, consegue-se distinguir dois paraquedas abertos, um com carga suspensa e outro com um paraquedista, simbolizando as outras missões da Esquadra: o Transporte de Tropas Aerotransportadas e o Lançamento de Carga.  

Terminado o conflito ultramarino, alguns dos Noratlas continuaram a voar na Esquadra 32 até 1976.

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