Estrutura da Força Aérea
Arquivo Histórico da Força Aérea
AHFA
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Arquivo Histórico da Força Aérea
Amadora

Missão

O Arquivo Histórico da Força Aérea Portuguesa (AHFA) tem como missão recolher, organizar, descrever, conservar e divulgar os documentos que detêm interesse histórico e cultural aeronáutico, no sentido de permitir realizar investigações e preservar as memórias e o legado da Força Aérea Portuguesa e da aeronáutica militar nacional.


Competências:


a) Receber a documentação produzida pela Força Aérea com reconhecido valor histórico-cultural aeronáutico;
b) Receber e fomentar a recolha de espólios documentais de interesse histórico-cultural aeronáutico respeitantes a entidades ou individualidades relacionadas com a Força Aérea;
c) Proceder ao tratamento documental (organização, descrição e catalogação) do acervo documental à sua guarda;
d) Propor a celebração de protocolos ou convénios de cooperação com os Arquivos Nacionais e Internacionais privilegiando os congéneres militares;
e) Produzir instrumentos de descrição documental, tais como catálogos, guias, roteiros, inventários e promover a sua divulgação;
f) Divulgar o acervo pertencente ao Arquivo Histórico;
g) Produzir e cooperar em trabalhos de investigação com interesse histórico-cultural aeronáutico;
h) Preservar e salvaguardar o património e o acervo documental, protegendo-o de potenciais agentes agressores.

História

O Arquivo Histórico da Força Aérea, nome pelo qual hoje é conhecido, foi criado pelo Decreto-Lei 868/76, de 28 de dezembro, do Conselho da Revolução, com a denominação de Arquivo Histórico da Aviação Militar, funcionando integrado no Museu do Ar (MUSAR), em Alverca.
Em 1981, por força do Despacho 13/81, de 27 de fevereiro, do CEMFA, este órgão passou a funcionar nas instalações do Aeródromo de Trânsito n.º 1 (Figo Maduro), na Portela de Sacavém, com a designação de Arquivo Central e Histórico da Força Aérea.
Estes primeiros arquivos nasceram com a preocupação de obter e salvaguardar a documentação de elevado valor histórico relacionada com a presença da Força Aérea no Ultramar (1961/1975), objetivo que se estendeu progressivamente não só à recolha da documentação inativa e da oriunda das unidades, serviços e órgãos extintos, mas também à recolha de espólios pessoais e demais documentos de reconhecido valor histórico do âmbito aeronáutico militar nacional.
Através da reestruturação da Força Aérea por força do Decreto-Lei 221/82, de 7 de junho, do Conselho da Revolução, este órgão foi englobado no Serviço Histórico da Força Aérea, serviço que tinha a competência de "recolher, conservar, estudar e facultar a consulta ou expor publicamente o património histórico-cultural aeronáutico".
Foi, então, considerada a conveniência de definir um sistema de gestão arquivística, adequada à nova estrutura da Força Aérea, que assegurasse a organização e funcionalidade dos arquivos sem prejudicar a preservação e a segurança dos documentos, processo que culminou com a aprovação do "Regulamento da Conservação Arquivística da Força Aérea" (RCAFA), pelo Despacho nº 44, de 7 de março de 1985, de S. Ex.ª, o Ministro da Defesa Nacional.
A alteração da designação deste órgão para Arquivo Histórico da Força Aérea foi determinada por Despacho do CEMFA, de 23 de maio de 1991, altura em que, igualmente, passou a integrar os Órgãos de Natureza Cultural (ONC) da Força Aérea Portuguesa, conjuntamente com o MUSAR e a Revista Mais Alto, ficando assim, na dependência direta do CEMFA.
Pelo Decreto-Lei 51/93, de 26 de fevereiro, que veio estabelecer uma nova estrutura da Força Aérea, é determinada a nível governamental a criação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea (CHCFA) e a sua integração, bem como do AHFA, nos ONC.
A missão, composição e organização do AHFA ficariam definidos posteriormente através do Decreto-Regulamentar 56/94, de 3 de setembro, e da subsequente promulgação do manual "Organização e Normas de Funcionamento dos Órgãos de Natureza Cultural", RFA 304-8.
Em consequência da mais recente alteração produzida na estrutura da Força Aérea, plasmada na Lei da Orgânica da Força Aérea (LOFA) atualmente em vigor, publicada em Decreto-Lei 232/2009, de 15 de setembro, o AHFA deixou de fazer parte dos ONC, tendo o CEMFA determinado, através do seu Despacho 77/2009, de 18 de dezembro, que este órgão fosse integrado no Serviço de Documentação da Força Aérea (SDFA), na dependência do Vice-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, adaptando a sua composição e organização aos tempos presentes, embora mantendo a sua missão.
Considerando que, da experiência entretanto adquirida, se constata que o AHFA tem uma importante função de natureza cultural na preservação e conservação do património histórico da Força Aérea, aconselhando a constituir-se como órgão individualizado, por Despacho do CEMFA 28/2013, de 10 de maio, o AHFA passou para a sua direta dependência hierárquica, deixando de integrar o SDFA.


Brasão

Arquivo Histórico da Força Aérea

Escudo -

De azul, três papiros de ouro reunidos num só caule, entre dois gansos de prata, adossados.

Divisa - Num listel de branco, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas, de negro: ««DE QUEM FICAM AS MEMÓRIAS SOBERANAS»».

Coronel Aeronáutico -

É de ouro, constituído por um aro liso com virolas nos bordos superior e inferior, encimado por oito pontas, das quais cinco aparentes. As pontas centrais e as laterais são encimadas por duas asas de águia estendidas. As pontas intermédias são encimadas por cruzes de Cristo.

Simbologia

Os Papiros - plantas usadas pelos antigos egípcios como um dos primeiros suportes da escrita, representam a vasta documentação à guarda do Arquivo.
Os Gansos símbolos da defesa e da vigilância, aludem à preservação e à segurança física dos documentos.
A Divisa - ««DE QUEM FICAM AS MEMÓRIAS SOBERANAS»», foi retirado dos lusíadas VI-83, é a alusão a todos quantos com a sua abnegação têm construído a Força Aérea, em cujo Arquivo Histórico se guardam os testemunhos escritos que constituirão as referências das gerações vindouras.
Coronel Aeronáutico - é sinal distintivo privativo da Força Aérea que com ele caracteriza todas as suas Unidades e Órgãos.
O Ouro - significa a firmeza e a sabedoria.
O Azul - significa o zelo e a perseverança
A Prata - significa a eloquência e verdade.


Brasão de Armas do Chefe

Arquivo Histórico da Força Aérea

Escudo - de azul, três papiros de ouro reunidos num só caule, entre dois gansos de prata, adossados.

Divisa -num listel de branco, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas, de negro: ««DE QUEM FICAM AS MEMÓRIAS SOBERANAS»».

Elmo - de prata, tauxiado de ouro, forrado de vermelho e colocado a três quartos para a dextra.

Correias - de vermelho, afiveladas e perfiladas de ouro.

Paquife e Virol - de azul e ouro.

Timbre - um ganso do escudo, segurando no bico um papiro de ouro.

 

Simbologia:

Os Papiros - plantas usadas pelos antigos egípcios como um dos primeiros suportes da escrita, representam a vasta documentação à guarda do Arquivo.

Os Gansos - símbolos da defesa e da vigilância, aludem à preservação e à segurança física dos documentos.

A Divisa - ««DE QUEM FICAM AS MEMÓRIAS SOBERANAS»», foi retirado dos lusíadas VI-83, é a alusão a todos quantos com a sua abnegação têm construído a Força Aérea, em cujo Arquivo Histórico se guardam os testemunhos escritos que constituirão as referências das gerações vindouras.

O Ouro - significa a firmeza e a sabedoria.

A Prata - significa a eloquência e verdade.

O Azul - significa o zelo e a perseverança.


Dependência Hierárquica

Chefe do Arquivo Histórico da Força Aérea

Morada e Contactos

Morada

Estado-Maior da Força Aérea
Av. da Força Aérea Portuguesa, N.º 1
2614-506 - Amadora

GPS
38º 44' 21.1344'' N
-9º 12' 55.6812'' W

Telefone
214723513/4 (rede civil)

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500788/670 (rede militar)

Fax
214723853 (rede civil)

Fax
500803 (rede militar)

E-Mail
ahfa@emfa.pt


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