Estrutura da Força Aérea
Centro de Recrutamento da Força Aérea
CRFA
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Centro de Recrutamento da Força Aérea
Lisboa

Página Oficial

http://www.emfa.pt/www/po/crfap/

Missão

Proceder à divulgação e recrutamento, seleção e classificação de cidadãos com destino à prestação voluntária do serviço militar, nas suas diferentes formas, e apoiar os militares que se encontram fora da efetividade de serviço.

 

Competências

a) Proceder ao recrutamento para a prestação voluntária de serviço militar na Força Aérea, nos Quadros Permanentes ou em Regime de Contrato;

b) Colaborar com o Ministério da Defesa na divulgação dos incentivos e outras ações de recrutamento;

c) Prestar apoio aos militares nas situações de reserva, desligados do serviço, reserva de disponibilidade e reforma;

d) Colaborar na inserção na vida ativa do pessoal na disponibilidade e reserva desligado do serviço;

e) Executar e coordenar as atividades de divulgação da Força Aérea no âmbito do recrutamento.

 

História

Em 1952, a Força Aérea tornou-se um ramo autónomo das Forças Armadas, ficando desde logo com a prerrogativa de recrutar diretamente para os seus quadros técnicos o pessoal voluntário, função que foi cometida à 1ª Repartição da 1ª Direção da Direção Geral do então Subsecretariado de Estado de Aeronáutica, que tinha também a função de mobilização.

Volvidos 4 anos, em 1956, foi legitimada essa missão de Recrutamento, constituindo-se como unidades independentes os Centros de Recrutamento na Força Aérea, ficando a missão de mobilização confiada aos Comandos das Regiões Aéreas.
  
Alguns anos mais tarde, em 1964, já com o seu âmbito funcional alargado, são criados os Centro de Recrutamento e Mobilização, na dependência da Direção de Serviço de Pessoal, sendo o Centro de Recrutamento e Mobilização nº 1, o percursor do atual Centro de Recrutamento e Mobilização, seu herdeiro do património histórico e cultural.

Em 1966, por Despacho do então Secretário de Estado de Aeronáutica ao Centro de Recrutamento e Mobilização é confiada a missão genérica do recrutamento especial para a prestação voluntária do serviço militar na Força Aérea e proceder simultaneamente à mobilização do pessoal do Quadro Permanente nas situações de reserva e fora da efetividade de serviço.

Em 1977, assiste-se a outro importante momento na história do Centro, quando por Despacho do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, é implementada a ação social no Centro de Recrutamento e Mobilização, com a finalidade de apoiar os familiares dos militares ou civis falecidos, possibilitando-lhes uma rápida e eficiente resolução dos seus problemas de índole social. 

Em 1983 é criada no Porto, a Delegação Norte de Centro de Recrutamento e Mobilização, contribuindo desta forma para uma descentralização e maior dinâmica a imprimir ao recrutamento de voluntários, assim como um apoio próximo e mais eficiente ao pessoal militar e familiares, residentes na zona norte do país.

Nos últimos anos, as transformações levadas a efeito na cena internacional conduziram um novo conceito de Defesa Nacional e à reestruturação das Forças Armadas, tendo em 1999, com a publicação de uma nova Lei do Serviço Militar, trazido nova realidade ao recrutamento militar, anunciando-se o fim ao serviço militar obrigatório, substituindo-o por uma prestação militar baseado no voluntariado.

A esta realidade, não poderia ficar alheia a Força Aérea nem o Centro de Recrutamento, e se bem que as tradições do voluntariado remontam aos primórdios desta organização, sempre pioneira na dinamização e captação de jovens voluntários, o cenário exigia cautelas, fruto da concorrência com o mercado de trabalho em geral e com os outros ramos das Forças Armadas, em especial, a partir de então compelidos a basear os seus efetivos, exclusivamente no voluntariado.

Assim, em 2001, por Despacho do Excelentíssimo Senhor General Comandante do Pessoal da Força Aérea, este órgão passa a denominar-se por Centro de Recrutamento da Força Aérea e é aprovada uma nova estrutura orgânica que se tem mantido até ao momento em regime experimental, vindo a ser objeto de profundas mudanças.  

Alterações bem patentes na vertente de recrutamento, visando a captação, seleção e classificação de melhores e mais adequados recursos, e não menos evidentes na política social com um investimento cada vez maior nos recursos afetos ao apoio que merecem todos aqueles que serviram esta nobre organização, militares fora da efetividade, seus familiares e dependentes.

Em 23 de dezembro de 2007, o Centro de Recrutamento deu ensejo à concretização de uma intenção há muito desejada, que foi o de colocar online a nova página do recrutamento que, para além da alteração visual e de conteúdos, passou a disponibilizar a funcionalidade da candidatura online aos diferentes concursos de admissão, colocando a Força Aérea e, por conseguinte, as Forças Armadas, na vanguarda da tecnologia.

Atualmente merecem realce alguns factos que sublinham o que tem sido a missão do Centro de Recrutamento e o esforço que vem sendo desenvolvido para o cumprimento da mesma. Destaca-se que, fruto dessa missão, passam por este Centro cerca de 25.000 pessoas por ano, direta e indiretamente, através da internet, dos postos de atendimento ou nos mais variados locais - feiras e exposições, festivais aeronáuticos, centros de emprego, estabelecimentos de ensino, entre outros, quer no âmbito do recrutamento, quer no domínio do apoio aos militares nas situações inativas e seus familiares, fazendo jus ao lema que nos guia "SERVIR: QUEM SERVIRÁ E QUEM SERVIU!"


Brasão

Centro de Recrutamento da Força Aérea

Escudo -

De prata, uma rosa dos ventos de dezasseis pontas, sendo quatro em cruz, de vermelho, quatro em aspa, de negro e as restantes oito de prata e verde; chefe de azul carregado de uma águia estendida de prata.

Divisa - Num listel de branco, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas, de negro: ««SERVIR: QUEM SERVIRÁ E QUEM SERVIU!»».

Coronel Aeronáutico -

É de ouro, constituído por um aro liso com virolas nos bordos superior e inferior, encimado por oito pontas, das quais cinco aparentes. A ponta central e as laterais são encimadas por duas asas de águia estendidas. As pontas intermédias são encimadas por cruzes de Cristo.

Simbologia

A Rosa dos Ventos - simboliza as profundas tradições históricas Portuguesas, representando a atividade de orientação que caracteriza a missão primordial do Centro de Recrutamento.
A Águia - é alusão à entidade a quem serve, Força Aérea, de cujo brasão foi retirada a águia.
Coronel Aeronáutico - é sinal distintivo privativo da Força Aérea que com ele caracteriza todas as suas Unidades e Órgãos.
A prata - simboliza a humildade e simultaneamente a riqueza na seleção do pessoal.


Brasão de Armas do Chefe

Centro de Recrutamento da Força Aérea

Escudo - de prata, uma rosa dos ventos de dezasseis pontas, sendo quatro em cruz, de vermelho, quatro em aspa, de negro e as restantes oito de prata e verde; chefe de azul carregado de uma águia estendida de prata.
Divisa -  num listel de branco, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas, de negro: ««SERVIR: QUEM SERVIRÁ E QUEM SERVIU!»».
Elmo - de prata, com  grades e guarnições  de ouro, tauxiado  e  forrado de  vermelho e colocado a três quartos para a dextra.
Correias - de sua cor, afiveladas e perfiladas a ouro.
Paquife e Virol - de ouro, verde e negro.
Timbre - Águia estendida de prata, carregada de uma rosa dos ventos.


Simbologia
A Rosa dos Ventos - simboliza as profundas tradições históricas Portuguesas, representando a atividade de orientação que caracteriza a missão primordial do Centro de Recrutamento.
A Águia - é  alusão  à entidade a quem serve, Força Aérea, de cujo brasão foi retirada a águia.
A prata - simboliza  a humildade e simultaneamente a riqueza na seleção do pessoal.


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