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Página Oficial A origem da Esquadra 502 remonta ao ano de 1937, altura em que foi capacitada com os aviões JUNKER JU52 que realizavam um vasto leque de missões desde transporte aéreo-geral a bombardeamento noturno. Com a criação da Força Aérea Portuguesa como ramo independente das Forças Armadas surgiu a Esquadra 32. No ano de 1971 recebe os primeiros Nord "Noratlas", continuando os Junkers a voar até 1972. Com o desenvolvimento do conflito nos territórios ultramarinos, a Esquadra 32 desempenhou um importante papel no apoio à missão da Força Aérea. Em 1974, com a chegada dos C-212 Aviocar em substituição dos Noratlas, a Esquadra 32 sediada na Base Aérea n.º 3 (Tancos) passa então a ter a designação de Esquadra 502. Com o fim da guerra em África, a Esquadra 502, conhecida como "Elefantes", passou a operar em destacamento permanente na ilha de Porto Santo em missões de apoio à população local. Em 1988 inicia-se o destacamento aéreo de São Tomé e Príncipe que operou durante 20 anos, efetuando um total de 5500 horas de voo e o transporte de 50 mil passageiros. Com a reestruturação da Força Aérea, a Esquadra 502 transita para a Base Aérea n.º 1 (Sintra). Em 2007, a Esquadra 711, na Base Aérea n.º 4 (ilha Terceira, Lajes) cessa a atividade com o Aviocar, tendo então os "Elefantes" iniciado o Destacamento Aéreo dos Açores. No início de 2007, uma nova página abre-se na história da Esquadra 502, aquando da assinatura de doze aeronaves EADS C-295M, para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para Transporte Aéreo Tático e as restantes cinco para Vigilância Marítima. Em 2009 dá-se a transferência da esquadra para a Base Aérea n.º 6 (Montijo), onde em fevereiro aterra o primeiro C-295M. A Esquadra 502 na atualidade realiza missões de Transporte Aéreo-geral, Transporte Aéreo-tático, Apoio Logístico, Vigilância Marítima, Busca e Salvamento, Evacuações Aero-médicas, Lançamentos de Tropas Aerotransportadas, lançamento de carga aérea e Transporte de Altas Entidades. Missão Executar operações de transporte aéreo, busca e salvamento, vigilância marítima, reconhecimento e fotografia aérea e Instrução de Navegadores. Elementos de Missão Operações de transporte aéreo logístico intra teatro e inter teatro; Operações aerotransportadas; Operações aéreas especiais; Operações de evacuação sanitária; Operações de busca e salvamento; Operações de reconhecimento e fotografia aérea; Operações de vigilância marítima.
Descrição do Patch Inspirando-se em Aníbal, general de Cartago, que durante as suas conquistas atravessou os Alpes com elefantes, sob condições meteorológicas adversas, com destino a Roma, o elefante é inserido como elemento principal do símbolo da Esquadra. Como enquadramento surge primeiro o Castelo de Almourol, alusivo à região onde a Esquadra se encontrava anteriormente sediada, tendo por lema " Sobre as Asas Ínclitas da Fama". Com a mudança em julho de 1993 da BA3 para a BA1, o símbolo da Esquadra é alterado dando o Castelo de Almourol lugar a um fundo de terra, mar e ar, significativo do ambiente de operação da aeronave, mantendo-se este inalterado até aos nossos dias. Guião de Mérito da esquadra
O guião de mérito é azul com uma águia de ouro; bordadura de ouro carregada de uma folha de palma verde em cada flanco; no chefe da bordadura a designação Esquadra 502, Unidade onde foram praticados os feitos de mérito excepcional, foram distinguidos com uma condecoração de categoria igual ou superior à Medalha de Ouro de Serviços Distintos; no contra-chefe da bordadura a designação 1988 - 1998, identificativa do período em que os ditos feitos foram praticados. O guião é de tecido de ouro, bordado, quadrado e mede 0,75m de lado. Simbologia das peças A águia simboliza o voo e o poder no cumprimento da missão. As palmas são ornamentos de mérito.
O azul a lealdade e o zelo, perseverança e fidelidade. O ouro a firmeza e a constância. Unidade
Comandante de Esquadra
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