|
Base Aérea Nº 5
Monte Real Missão
Garantir a prontidão das Unidades Aéreas e o apoio logístico-administrativo de unidades e órgãos nela sediados, bem como a segurança interna e a defesa imediata.
Competências a) Garantir a prontidão das Unidades Aéreas atribuídas; b) Garantir a exploração dos serviços de aeródromo e de rádio ajudas; c) Executar as tarefas logísticas e administrativas de apoio geral; d) Garantir a segurança militar e a defesa imediata da área onde se encontra implantada e de outros pontos sob a sua jurisdição. História De 1938 a 1941 funcionou nos terrenos da actual Base, perto de Monte Real, o AERO CLUBE DE LEIRIA. Um violento ciclone, em fevereiro de 1941, destruiu o hangar e aviões, pondo fim às suas actividades. A partir da 2ª Guerra Mundial, várias autoridades, tendo como figura de proa o então Ministro da Defesa, TCOR Santos Costa, interessaram-se pelo local como potencial aeródromo militar. Em consequência, iniciou-se a construção de uma infra-estrutura elementar de faixas alcatroadas e de um edifício com torre de controlo, vindo a ser utilizados pela primeira vez em 1948. Em 1957, tomada a decisão de implantar no local uma nova base, foram então iniciadas em grande ritmo as obras necessárias. Em 1958 foi formada na BA2, Ota, a primeira esquadra de F-86 SABREJET (Esquadra 51), que se pretendia implementar na futura BA5. Em 04 de outubro de 1959 foi oficialmente inaugurada pelo Presidente da República, Almirante Américo Tomás, a Base Aérea Nº 5. Constituiu o ponto alto da cerimónia um grande festival aéreo, que incluiu a participação do primeiro grupo de caça de reacção em aviões F-84 da BA2. Adoptando para seu lema a divisa "ALCANÇA QUEM NÃO CANSA" foram-lhe atribuídas inicialmente duas Esquadras - Esquadra 51 e Esquadra 52 - respectivamente FALCÕES e GALOS com um total de cerca de 50 aviões de combate F-86F. O Destacamento em 1966 de aviões FIAT G91 veio diversificar os sistemas de armas atribuídos à Unidade. Contudo, o grande esforço de voo continuaria a incidir nos F-86F que, pelas suas características e disponibilidade, constituíram um elemento indispensável na preparação operacional de novos pilotos de combate destinados primariamente às Esquadras operacionais de FIAT G-91 e F-84G baseadas em territórios africanos. Vocacionada primariamente desde a sua fundação para o cumprimento da missão Caça – Intercepção, decorrente das responsabilidades que lhe estavam cometidas no âmbito da Defesa do Espaço Aéreo Nacional, passou a BA5, a partir de junho de 1974, a integrar uma nova componente na sua missão com a introdução da Esquadra de Instrução Complementar de pilotagem de aviões de Combate, equipada com aeronaves T-33, transferida da BA2. Esta Esquadra de Instrução passou a constituir a Esquadra 103 “CARACÓIS”. Em 1977 foram recebidos os primeiros seis de um total de doze aviões supersónicos T-38 TALON provenientes da Força Aérea dos EUA, destinados à Instrução Avançada de Combate. A 31 de julho de 1980 o F-86 terminou definitivamente a sua operação na FAP, ao cabo de cerca de 23 anos de múltiplos e inestimáveis serviços prestados ao País, no âmbito da Defesa Nacional. Como testemunho de reconhecimento e de saudade foi erigido junto à antiga Porta de Armas da Unidade um monumento ao F-86F que constitui a merecida homenagem que lhe era devida. Em 24 de dezembro de 1981 chegaram à Unidade os primeiros nove de um total de 20 aviões A-7P CORSAIR II, os quais vieram equipar a recém criada Esquadra de Ataque 302 que, por desactivação da Esquadra de Caça 201, se constituíu como herdeira das nobres tradições e do símbolo dos FALCÕES, nascidos em 1958 com a Esquadra 51. Aeronave de ataque com grande raio de acção, poder de fogo e notável capacidade de manobra, o A-7P CORSAIR II encontrava-se equipado com modernos e sofisticados sistemas electrónicos que lhe conferiam excelentes capacidades operacionais de actuação, quer diurna quer nocturna, tanto em ambiente terrestre como marítimo e mesmo sob condições meteorológicas muito adversas. Em 28 de junho de 1984, no decurso de uma reunião do Comité de Infra-estruturas da NATO, em Bruxelas, o aeródromo de Monte Real foi aceite formalmente como Infra-estrutura NATO, onde seriam estacionadas duas Esquadras de Ataque equipadas com aviões A-7P e uma Esquadra de intercepção a constituir com meios ainda não definidos. Em 4 de outubro de 1984, 25 anos após a inauguração da BA5, foi oficialmente implementada a Esquadra de Ataque 304 que passou a constituir a 2ª Unidade Aérea de A-7P. Esta Esquadra tornou-se a fiel herdeira das nobres tradições, do símbolo e dos feitos da Esquadrilha 93 “MAGNÍFICOS”, desactivada na BA9, em 1973, em Luanda. Em 4 de outubro de 1993 foi reactivada a Esquadra 201 equipada com aeronaves F-16. Esta retomou a missão de Defesa Aérea, herdando as nobres tradições e o símbolo dos FALCÕES. Em 8 de julho de 1994 chegaram à Unidade os primeiros 4 de um total de 20 aviões F-16, os quais vinham equipar Esquadra 201 no cumprimento da missão de Defesa Aérea. A cerimónia oficial do início de operação dos F-16 em Monte Real teve lugar a 18 de julho de 1994. A Esquadra 302 seria desactivada, na sequência da reactivação da Esquadra 201, tendo os seus meios humanos e aéreos sido integrados na Esquadra 304 que, por sua vez, seria desactivada com o final da operação do sistema de armas A-7P CORSAIR II, em 09 de julho de 1999. Com o desenrolar do Programa PEACE ATLANTIS II, foi superiormente decidido transferir a Esquadra 301 "Jaguares" da BA11 para a BA5, o que se verificou em 25 de novembro de 2005, para operar as recém transformadas aeronaves F-16, na versão MLU, na missão de Defesa Aérea e Ataque Convencional, em quaisquer condições meteorológicas e de luminosidade.
Brasão Escudo - De prata, falcão atacante de sua cor, chefe de negro carregado de cinco triângulos de prata, dispostos em faixa. Divisa - Num listel de branco, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas, de negro: ««ALCANÇA QUEM NÃO CANSA»». Coronel Aeronáutico - É de ouro, constituído por um aro liso com virolas nos bordos superior e inferior, encimado por oito pontas, das quais cinco aparentes. A ponta central e as laterais são encimadas por duas asas de águia estendidas. As pontas intermédias são encimadas por cruzes de Cristo. Simbologia O Falcão - símbolo de caça, alude a atividade da Base com os seus aviões intercetores. Estandarte da Unidade
Esquartelado de prata e negro, bordadura contra esquartelada e acantonada dos mesmos. Ao centro brocante, o escudo do brasão de armas da Unidade circundado por um listel de prata com a divisa «ALCANÇA QUEM NÃO CANSA». Nos quatro cantos da bordadura inscrevem-se as iniciais «BA5» bordadas a ouro sobre prata e deste sobre negro.
O estandarte está debruado por um cordão e franjado de prata e negro. Brasão de Armas do Comandante Escudo - de prata, falcão atacante de sua cor, chefe de negro carregado de cinco triângulos de prata, dispostos em faixa. Dependência Hierárquica
Comandante da Base Aérea Nº 5
Morada e Contactos
Morada Serra do Porto de Urso GPS Telefone Fax Notícias Relacionadas |
PESSOAL CIVIL
| PÁGINAS DA FORÇA AÉREA
| INFORMAÇÃO DA FORÇA AÉREA
| |||
APOIO
| SALA DE IMPRENSA
| CONTACTOS
| |||