Aeródromo de Trânsito N.º 1 comemora 43 anos

Celebra-se hoje o 43.º aniversário do Aeródromo de Trânsito N.º 1 (AT1), na Portela.
 
As origens do AT1 remontam à II Guerra Mundial aquando da criação da Esquadrilha Independente de Aviação de Caça, equipada com aviões HURRICANE. Era a resposta à frequente aterragem, no aeroporto de Lisboa, de aeronaves beligerantes em emergência ou sem autorização do Estado português.

Com a saída da Esquadrilha de Caça para Espinho, e após a criação da Força Aérea em 1952, surgia a 1.ª Esquadra de Transporte equipada com aeronaves C-54. Seriam os primórdios dos Transportes Aéreos Militares, criados em 1955 aquando da constituição do Aeródromo Base N.º 1.

Naquela época, os Transportes Aéreos Militares tinham meios aéreos próprios, de que foram exemplo os DC-6 e Boeing 707. Foram os anos áureos do Aeródromo Base N.º 1.

Com o fim da guerra colonial, deixou de se justificar a dimensão e organização daquela Unidade. Neste contexto, surgiu atual denominação de Aeródromo de Trânsito N.º 1.

Presentemente, garante o apoio à Esquadra 504 – “Linces” que, apesar de sediada na Base Aérea N.° 6, por razões de ordem operacional, está colocada, desde 1990, em diligência permanente no AT1.

É também deste aeródromo que partem a maioria das missões da Força Aérea que fazem a ponte aérea semanal entre Portugal Continental e os Açores e quinzenal com a Madeira.

O AT1 tem ainda a missão de exercer a Soberania Nacional no âmbito do movimento das aeronaves de Estado estrangeiras nele localizados ou em trânsito, nos termos de acordos internacionais.

A relevância das missões desempenhadas faz com que o AT1 seja um cartão de visita de amplitude nacional, pelo que se almeja a excelência em todos os processos, sob o lema:

“Fazer o Máximo com o Mínimo”.

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